Sustentabilidade e Consumo Consciente na Cadeia Produtiva do Café

Cartaz: Primeiro o planeta

Sustentabilidade e Consumo Consciente na Cadeia Produtiva do Café

Sustentabilidade é um conceito cada vez mais utilizado no dia a dia. Afinal, nós passamos a entender a seriedade das nossas relações não só com o meio ambiente, mas também com todos os atores da cadeia produtiva. Preservar o meio ambiente, ter responsabilidade social e adotar boas práticas de governança é uma obrigação aqui na Veroo. 

Diante disso, cada vez mais os consumidores procuram, legitimamente, produtos que tenham viés sustentável e consciente. E aqui na Veroo procuramos produtores que trazem isso para o dia a dia, optando por ações em que há uma melhor harmonia entre meio ambiente e cultivo e a cadeia produtiva do café.

Por isso, é importante falarmos sobre a sustentabilidade da cadeia de valor do café e como isso vem ganhando força no Brasil. Vamos juntos nessa jornada?

A importância da sustentabilidade e do consumo consciente nos dias atuais

Para deixarmos mais claro sobre a importância da sustentabilidade e do consumo consciente na cadeia de valor do café e como a Veroo vem atuando, precisamos falar melhor sobre esse termo, inclusive, porque esse conceito não está alinhado apenas com o meio ambiente. Bora entender melhor isso?

A sustentabilidade diz respeito a utilizar determinados recursos de forma que eles não se esgotem, podendo continuar a serem utilizados no futuro. Ou seja, é possível falarmos em sustentabilidade econômica: ou seja, nós usamos os recursos financeiros e eles não se esgotam, de forma que possa ser possível retomá-los e utilizá-los no futuro.

Temos, também, a sustentabilidade social, que diz respeito a gerar renda auxiliando a diminuir desigualdades sociais, de forma que aquela comunidade possa ter melhorias ao longo do tempo, garantindo melhores resultados para aquele coletivo.

Assim, sustentabilidade permite juntar:

•      garantir práticas economicamente eficientes;

•      proteger e conservar o meio ambiente;

•      auxiliar a reduzir desigualdades sociais.

Aqui na Veroo não olhamos somente para o presente, temos uma preocupação incansável com o futuro de nossos produtores, nossos clientes, próxima geração, clima e meio ambiente. 

Hoje o consumidor consciente sabe que tem um grande poder em suas mãos ao escolher um produto e que realmente pode transformar a sua compra em um ato de reconhecimento de boas práticas sustentáveis. Produzir menos lixo, conhecer a origem e os processos de fabricação dos produtos que compramos e saber os impactos que eles causam ao longo de toda sua vida útil, desde a originação da matéria-prima ao descarte final, são algumas das atitudes que fazem parte do consumo consciente. Sabemos que o consumidor é a ponta final do ciclo de produção e o seu consumo pode mudar o mundo.

ESG: o novo contexto

As práticas de “Environmental, Social and Governance” (ESG) trazem oportunidades tanto para as empresas fazerem a diferença quanto para os consumidores. Acreditamos que o ESG tem grande impacto em como uma marca é reconhecida, e hoje nossos números de impactos são prioridades. Obviamente nosso negócio depende de investidores (somos uma startup) e esses estão contribuindo diretamente com a cadeia produtiva do café. Isso é capitalismo consciente, isso é o que chamamos de “cadeia do bem”, é impacto de ponta a ponta.

Vivemos em um cenário em que o propósito de uma empresa e seus valores tem sido muito valorizado pelo consumidor final e também por investidores. Temos certeza de que é possível integrarmos estratégias corporativas com o ESG, melhorar a governança e a comunicação entre os todos os stakeholders da empresa. E diante da importância desse novo contexto, cada vez mais o mercado traz, justamente, essa demanda para os produtores e isso repercute, também, na produção de café.

Como a sustentabilidade impacta a cadeia de valor do café

A sustentabilidade da cadeia de valor café surge dentro desse novo contexto, justamente, para os atores da cadeia de valor darem atenção à preservação ambiental, das nascentes em sua propriedade, ações e avanços para uma produção mais sustentável (ex: redução no uso de agrotóxicos); pela valorização e respeito dos trabalhadores do campo; por decisão baseada em dados, por prezar pela rastreabilidade e qualidade para o consumidor final. Esses atores da cadeia de valor do café estão buscando ser cada vez mais conscientes/sustentáveis, sabendo que ações como essas podem efetivamente impactar o mundo, não só gerando assim mais visibilidade aos verdadeiros artistas dos cafés mas também sustentabilidade ao planeta Terra.

Acreditamos que o produtor que preza por sustentabilidade precisa cuidar/prezar simultaneamente de 3 pilares:

•      Eficiência econômica: usar os recursos financeiros para que eles não se esgotam, de forma que seja possível utilizá-los no futuro. Ninguém na cadeia de valor precisa ser passado para trás ou explorado, é o ganha-ganha. Preza-se por relações justas, transparentes e sustentáveis.

•      Respeito Socioambiental: respeitar a capacidade de suporte do meio ambiente daquele espaço;

•      Comunidade: trazer inclusão social em suas práticas;

Ondas do Café e o apelo pela Sustentabilidade

A sustentabilidade do café também está intimamente ligada com a terceira onda. Para isso, vamos explicar um pouco mais sobre cada uma das ondas. Veja a seguir.

•      primeira onda: nessa fase temos o café visto como commodity, com uma produção rudimentar, ainda sem muita tecnologia para o processo de produção;

•      segunda onda: nós já temos alguns avanços tecnológicos, incluindo novos métodos de extração. Por exemplo, temos como marco o surgimento das máquinas de expresso e a criação das cafeterias. A partir disso, começa o apreço pela degustação do café e sabores diferenciados;

•      terceira onda: é o momento de maior apreciação do café e não é só ter o café como hábito, mas também para aproveitar a degustação. Com isso, exige-se uma maior qualidade do que estava sendo produzido, descobrindo novas notas sensoriais e, ao mesmo tempo, também há maiores cuidados com a produção e sustentabilidade.

O aumento do consumo dos cafés especiais contribui ainda mais para uma cadeia de valor cada vez mais justa. As cafeterias de terceira onda chegaram com força no país para reforçar o movimento e vemos cada vez mais o consumidor está aprendendo novos métodos de preparo e prezando pela qualidade. 

A exigência dos consumidores por grãos de origem e criteriosamente selecionados contribui diretamente para a valorização do café especial e são reflexos que estamos no caminho.

Assim, o “café sustentável”, além de estar alinhado com valores pessoais dos consumidores, permite também que grãos de melhor qualidade chegue à mesa com identidade, fomentando assim um comércio cada vez mais justo. E acredite, isso é vantajoso, inclusive, para trazer maior fortalecimento da competitividade local, bem como maior lucratividade e sobrevivência do mercado regional e nacional.

Vantagens da produção sustentável de café

Mas afinal, quais são as principais vantagens em contar com uma produção sustentável de café? Nós vamos trazer os principais benefícios.

Garante proteção do solo e dos recursos hídricos

Um dos grandes problemas de uma produção irresponsável é, justamente, esgotar o solo daquela região e causar uma série de prejuízos, tanto ambientais, quanto econômicos. Quando há uma produção sustentável é possível aproveitar os períodos de entressafra, por exemplo, para produzir outras culturas e, assim, conseguir ter um melhor uso do solo e da propriedade como um todo.

Além disso, é importante que uma produção sustentável faça uso dos recursos hídricos da região de forma sustentável, respeitando a biodiversidade local. Com isso é possível garantir o uso da água próxima à propriedade recorrentemente, mesmo em casos nos quais ocorra um período de seca. Isso garante maior perenidade dos recursos naturais do local.

Qualidade do grão

Além disso, adotar a sustentabilidade faz com que seja possível trazer uma melhor qualidade do grão no dia a dia. Isso repercute, também, em ter um solo mais rico, uma produtividade boa a longo prazo e, também, uma produção mais próxima por parte do produtor. Ou seja, ele estará ali sempre conferindo a cultura, o que minimiza os riscos de deixar passar na colheita alguns grãos de menor qualidade.

Esse tipo de cuidado, também, garante solos mais férteis, menos uso de produtos químicos que prejudicam a qualidade do café, entre outros pontos importantes que garantem, no futuro, uma bebida gostosa e que viabiliza a possibilidade de termos uma produção gostosa ao longo do tempo para você e para as próximas gerações.

Fortalece a comunidade e pequenos/médios produtores

Como falamos, sustentabilidade também está ligado a manter a comunidade local sempre ativa e fortalecer o crescimento do local. Assim, os produtores que assumem essa postura tendem a compreender sua função social naquele local e traz consigo o crescimento financeiro e pessoal de todos. Com isso, é possível garantir que famílias inteiras possam ser beneficiadas com este tipo de conduta. Assim, toda a região e o próprio segmento do café prospera. Interessante, não é mesmo?

Isso envolve, principalmente, ter rotinas de trabalho humanizadas, capacitação dos profissionais que trabalham na propriedade, além de regularizá-los segundo as legislações trabalhistas vigentes. Pense, também, nos EPIs que eles devem utilizar no dia a dia.

Sustentabilidade = Melhor rentabilidade

A melhor rentabilidade é conseguida por meio de práticas sustentáveis que resultam em um grão de maior qualidade. Com isso, aumenta-se o valor agregado do produto, proporcionando maior renda para o produtor. A aplicação de boas práticas também reduz o desperdício, melhora a gestão da propriedade, economiza insumos e capacita melhor os agricultores, garantindo aumento da segurança no trabalho.

Café tradicional: a conta que não fecha

Esse é o café “de mercado” que encontramos no Brasil. Ele possui um preço mais acessível e isso ocorre, justamente, porque ele não passa por uma seleção rigorosa para ser comercializado e geralmente são cafés tratados como “commoditties” em quais os produtores recebem o mínimo por sua produção. Por isso, a maior parte dos que chegam à mesa dos brasileiros nessa modalidade podem apresentar defeitos e impurezas.

Por exemplo, podem vir folhas, grãos que não sejam de qualidade e, até mesmo, impurezas que nada tem a ver com o café. Segundo pesquisa da Embrapa, boa parte das substâncias utilizadas para fraudar o percentual de grãos legítimos presentes em uma embalagem de café tradicional são cevadas e milho. Sim, pois é, talvez você esteja bebendo, junto com seu cafezinho coado tradicional, extração desses outros grãos.

Isso ocorre, segundo a mesma pesquisa, em 95% das amostras analisadas pela Embrapa. Além disso, em 30% delas, a adição de outras substâncias além do café ficou acima do 1% permitido pela legislação brasileira.

Outro ponto que vemos bastante também é que os grãos tradicionais tendem a passar por uma torra bem mais escura e uma moagem fina a fim de esconder todos os defeitos e notas do café.

O comércio direto de café como apoio a sustentabilidade da cadeia produtiva do café

Como falamos, o modelo de sustentabilidade não envolve apenas os cuidados com meio ambiente, mas também está relacionado com o incentivo para a comunidade local, suportando, inclusive, os pequenos e médios produtores. Dentro desse contexto, o consumo consciente é uma das melhores formas para trazer isso para o seu dia a dia.

Ele está inserido dentro do contexto do Comércio Justo, ou seja, com a ideia de valorizar os produtores e toda a cadeia produtiva, incentivando os processos de compra e venda como modelo de negócio.

Isso porque quando o produtor vende para grandes indústrias, normalmente eles não pagam um valor justo pelos grãos, mas preços próximos às commodities (mesmo quando a produção possui qualidade de café especial) Ou seja, o trabalho dos produtores não é devidamente valorizado e ficam no anonimato.

O comércio direto, assim, ajuda que o produtor tenha um contato mais direto com o cliente final. Isso faz com que o lucro esteja mais alinhado, de fato, com o trabalho realizado e incentivar a produção nesse tipo de situação. Isso permite uma remuneração justa e um acesso mais interessante e facilitado para os apaixonados por café. Ajuda a todos e, também, é um incentivo social. Interessante, não é mesmo?

Assim, nós da Veroo decidimos criar diretrizes próprias, fazendo o comércio direto com os produtores, pagando um preço justo que valorize o trabalho dos artistas do café. E também trazemos a preocupação de incluir os produtores em todas as etapas.

Artistas do café: produtores de grãos especiais

Para que chegue um grão especial de excelência até a sua mesa, é importante saber que há atores importantes nesse processo: os artistas do café, os produtores nacionais que se dedicam tanto a trazer o que há de melhor para o consumo nacional. Isso porque os grandes produtores exportam os melhores grãos para o comércio internacional.

Assim, esses artistas do café são aqueles que, com seu trabalho, podem proporcionar uma experiência incrível para você. Muitos deles possuem tradição no país e trazem o legado de gerações apaixonadas pelo cultivo de café. É a dedicação deles que permite trazer produtos de melhor qualidade que chegam a sua casa.

Por isso, se você quer conhecer mais sobre a história desses verdadeiros artistas, confira nossas publicações no blog. Temos certeza de que você vai se encantar e se emocionar. E, portanto, valorize o café especial produzido pelos pequenos e médios produtores nacionais.

A importância de um mercado de café justo e consciente no Brasil

Para fortalecer a produção de café especial no Brasil, surgiu um movimento social e econômico importante para auxiliar os produtores, principalmente, fazendo frente ao modelo de comércio tradicional: o Comércio Justo e o Consumo Consciente

Saber disso permite a você a entender o seu papel, também, nesse cenário. Ele busca trazer a ideia de olhar para cada parte da cadeia envolvida, entre elas:

  • produtores;
  • consumidores;
  • setor logístico;
  • intermediários.

Esse movimento visa trazer uma maior dignidade para os produtores e demais trabalhadores envolvidos, além de priorizar maior sustentabilidade e cuidados com todos os envolvidos. Mas como isso está envolvido na área do café especial?

Muitos pequenos produtores, que dedicam-se a oferecer grãos de qualidade que chegam a sua mesa, muitas vezes não recebem o valor justo pelo trabalho, mas sim o valor mínimo por uma commodity tão importante.

Por isso, ao buscar fornecedores de café que façam essa intermediação entre produtor e cliente final, considere aqueles que estejam comprometidos com o Comércio Justo, para recompensar esses artistas que estão cuidando do café que chegam na sua mesa.

Isso permite fortalecer o vínculo com eles e proteger essas pessoas tão importantes nesse processo. Além disso, é uma forma de fortalecer o mercado e garantir que cada vez mais pessoas interessadas possam começar a produzir.

Como a Veroo apoia a sustentabilidade na cadeia de produção de café

Dentro desse cenário, a Veroo enxerga que tem um importante papel nesse processo, fomentando o mercado de produção de café e auxiliando o pequeno e médio produtor a crescer e ser reconhecido. Por isso temos o apoio o comércio justo e o consumo consciente trazendo o protagonismo desses profissionais por meio de nosso clube de assinatura.

Fazemos todas as negociações direto com o produtor, trazendo sempre a possibilidade de um preço justo para quem compra e que valorize os atores da cadeia de produção. Afinal, todos são verdadeiros artistas nessa área.

Nós sempre convidamos essas pessoas a sentar conosco e conversar, perguntando: “o que seria justo para você?”. Assim, estabelecemos um padrão Veroo, de forma que os produtores tenham poder de negociação real.

Essa é a nossa forma de reconhecer o trabalho dessas pessoas que dedicam tanto tempo para criar o tão amado café que nós gostamos de auxiliar a levar para o seu dia a dia. Por isso, queremos dar todo o apoio a essas pessoas.

E como falamos, a sustentabilidade na cadeia de valor do café está ligada, justamente, com as ondas do café. Você quer saber mais sobre esse assunto e entender melhor esse cenário atual? Leia nosso artigo sobre o tema e tire suas dúvidas!

Boas práticas ambientais

  • Compensação de 200 % dos resíduo gerados por meio da parceria com a EuReciclo. Saiba mais em Veroo e EuReciclo: saiba como a compensação ambiental é garantida;
  • Valorizamos e interagimos com produtores que preservam nascentes e reservas ambientais.
  • Produzimos embalagens recicláveis ou que contenham menos plástico (estamos avaliando a troca de cápsulas de plástico por alumínio ou compostável);
  • Utilizamos materiais reciclados em nosso escritório;
  • Trabalhamos com documentos digitais sempre que possível para evitar desperdícios – não temos impressora em nosso escritório;
  • Somos paperless: em 3 anos de operações, diminuímos 80 % o uso de papel na box mensal.
  • Diminuímos os gastos com locação, como energia e água, aderindo ao uso de espaços compartilhados para trabalhar (coworking)

Boas práticas sociais

  • 95 % dos produtores Veroo são pequeno e médio (produção de até 2.500 sacas por ano);
  • Proporcionamos um ambiente de trabalho saudável, seguro e confortável para os colaboradores;
  • Incentivamos os colaboradores a manterem bons hábitos, como alimentação balanceada e prática de exercícios físicos;
  • Fazemos projetos sociais com a comunidade local (Doação Café Hospital da Clínicas Ribeirão Preto, Campanha Cão Paixão)
  • Durante o período mais crítico da pandemia mantemos os nossos preços devido a instabilidade econômica e financeira;
  • 40 % de nosso staff é composto por mulheres;
  • Oportunidades de colaboradores se tornarem sócios por meio do Stock Option Plan.

Boas práticas de governança

  • Formamos um conselho consultivo inclusivo e com mulheres;
  • Priorizamos a transparência com nossos stakeholders, enviamos reports mensais alinhando-os. Somos movidos pela verdade. Investir na Veroo impacta todo mundo!
  • Contratamos colaboradores e fornecedores terceirizados íntegros;
  • Constituição de Stock Option Plan: oportunidades dos colaboradores se tornarem sócios da empresa e trabalharem com aquilo que acreditam.
  • Utilizamos dados para a tomada de decisão.

Conclusões:

Temos o costume de encarar o agronegócio como um mercado tradicional, mas há muito tempo a tecnologia se tornou um recurso fundamental para garantir que os produtos saiam do campo para o mundo. temos pela frente um cenário em que cada vez mais empresas, em diversas frentes conectadas a essa cadeia produtiva, passem a investir em tecnologia não apenas para melhora de performance, mas também para garantir entregas eficientes dentro do contexto de ESG, impacto socioeconômico e desenvolvimento de produtos de alto valor agregado. 

Com as novas ondas do café, o consumidor tornou-se mais exigente. Por isso temos o crescimento do café especial no mercado interno, sendo o segmento que mais expandiu no setor.  Segundo a Euromonitor, o mercado brasileiro é o maior do mundo, com uma participação de cerca de 14% no consumo mundial de café. “835 xícaras [por ano] é a média do consumo de uma pessoa no Brasil, e faz sentido quando a gente pensa em duas xícaras e um pouquinho por dia. Até 2025 isso deve ir para 1.050 xícaras, mostrando que tem espaço para crescimento”. 

Nos últimos 20 anos, o mercado de cafés especiais passou a representar 12% do mercado internacional. E ele ganha muito destaque, justamente, pela qualidade da bebida, que encanta os apaixonados por café.

Com isso, temos mais demanda por produtos que tenham maior qualidade e, consequentemente, o modelo ESG é um dos mais atrativos para esse mercado. E isso, também, permite que os produtores possam investir em maiores variedades de produtos, e assim, criar sabores e impactos que mudam toda a cadeia de valor.

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